EXatamente
“I won’t let you close enough to hurt me
I won’t ask you, you to just desert me
I can’t give you what you think you’re giving me
It’s time to say goodbye to turning tables”
Qual é o papel que me cabe agora? Nesse roteiro escrito a quatro mãos cujo final foi um fade out abrupto, daqueles de deixar o público se perguntando: “é só isso”?
Agora que você escreve suas histórias com outras companhias, passeia por outros cenários, enquanto eu sigo nesse bloqueio criativo que me deixa sem ar?
E não há espaço para mim, eu sei, não algum que eu queira preencher. O destino será caçar traços seus em outros rostos, suas palavras em outras vozes, ou então procurar exatamente o oposto do que você era, e assim apenas provar que não, ainda não te esqueci.
O passado acabou, o presente é opaco e o futuro parece longe demais.

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